
Minha história com a dor e os recomeços
Aos 37 anos, com duas filhas pequenas (de 2 e 6 anos), fui diagnosticada com um câncer de mama agressivo (triplo negativo).
Passei por todo o processo: cirurgias, quimioterapia, efeitos colaterais, medo, incerteza, afastamento do trabalho.
Como consequência da quimioterapia, desenvolvi uma neuropatia nas mãos que me impediu de continuar atuando na ginecologia e obstetrícia como eu fazia antes – eu simplesmente não conseguia mais operar.
Foram 4 anos afastada pelo INSS, lidando não só com o tratamento, mas também com as limitações físicas, o impacto emocional, o divórcio e a responsabilidade de cuidar de duas crianças pequenas em meio a tudo isso.
Nesse período, a acupuntura deixou de ser apenas uma técnica que eu conhecia e passou a ser uma parte importante do meu próprio cuidado. A partir daí, aprofundei minha formação em:
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Medicina chinesa / acupuntura
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Medicina integrativa
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Tricologia
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Coaching, para entender melhor como mente, emoções e escolhas influenciam a forma como vivemos a dor e a saúde
Minha vida tem sido feita de reinícios. E é justamente por isso que hoje eu não enxergo meus pacientes apenas como “casos clínicos”, mas como pessoas inteiras, com histórias, perdas, medos e desejos.
Como eu enxergo a dor e o adoecimento
Ao longo da minha experiência como médica e paciente, algo ficou muito claro para mim:
Tratar dor não é só prescrever remédio.
E viver com dor não pode significar viver apenas como “a dor”.
O sistema de saúde, muitas vezes, reduz a pessoa a um diagnóstico ou a um CID.
Consultas rápidas, exames, receitas, encaminhamentos… e a sensação de que ninguém está, de fato, vendo a pessoa por trás da dor.
Na prática, vejo todos os dias mulheres e homens que:
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Já passaram por vários médicos e exames
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Tomam diferentes medicações, com alívio parcial ou temporário
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Sentem que a família e o entorno minimizam o sofrimento (“frescura”, “drama”, “preguiça”)
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Começam a acreditar que “eu sou a minha dor” – e não uma pessoa inteira que sente dor
Meu trabalho hoje é justamente romper com essa lógica.
Minha forma de cuidar
No consultório, eu uno:
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Medicina convencional – avaliação clínica, exames, tratamento medicamentoso quando necessário
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Acupuntura e técnicas integrativas – para modular dor, ansiedade, sono, estresse e equilíbrio energético
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Ferramentas de coaching e autoconhecimento – para ajudar a pessoa a se enxergar além da doença e retomar protagonismo na própria vida
Atendo principalmente pessoas que convivem com:
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Dor crônica (muscular, articular, neuropática, pélvica, entre outras)
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Ansiedade e estresse
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Insônia e alterações de sono
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Queixas físicas associadas a sobrecarga emocional
O foco do meu trabalho é:
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Aliviar a dor e o sofrimento
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Explicar de forma clara o que está acontecendo (sem jargão médico desnecessário)
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Construir, junto com o paciente, um plano de cuidado possível, que respeite seus limites, sua rotina e sua realidade
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Ajudar a pessoa a retomar qualidade de vida, autonomia e senso de valor próprio
Sobre a Dra. Lina Konno Ishida

Sou a Dra. Lina Konno Ishida, médica formada pela UNIFESP – Escola Paulista de Medicina, CRM-SP 77157, RQE 72830 e RQE 72831, com atuação focada em dor crônica, ansiedade, estresse e insônia, unindo medicina convencional, acupuntura e ferramentas de autoconhecimento.
Comecei minha trajetória na ginecologia e obstetrícia, área em que atuei por 10 anos, acompanhando mulheres em momentos muito marcantes da vida: gestação, parto, puerpério, planejamento familiar. Ali, aprendi na prática sobre cuidado, escuta e relações humanas.
Mas a vida me colocou também do outro lado da mesa.
Minha história com a dor e os recomeços
Aos 37 anos, com duas filhas pequenas (de 2 e 6 anos), fui diagnosticada com um câncer de mama agressivo (triplo negativo).
Passei por todo o processo: cirurgias, quimioterapia, efeitos colaterais, medo, incerteza, afastamento do trabalho.
Como consequência da quimioterapia, desenvolvi uma neuropatia nas mãos que me impediu de continuar atuando na ginecologia e obstetrícia como eu fazia antes – não conseguia mais operar.
Foram 4 anos afastada pelo INSS, lidando não só com o tratamento, mas também com as limitações físicas, o impacto emocional, o divórcio e a responsabilidade de cuidar de duas crianças pequenas em meio a tudo isso.
Nesse período, a acupuntura deixou de ser apenas uma técnica que eu conhecia e passou a ser uma parte importante do meu próprio cuidado. A partir daí, aprofundei minha formação em:
-
Medicina chinesa / acupuntura
-
Medicina integrativa
-
Tricologia
-
Coaching, para entender melhor como mente, emoções e escolhas influenciam a forma como vivemos a dor e a saúde
Minha vida tem sido feita de reinícios. E é justamente por isso que hoje eu não enxergo meus pacientes apenas como “casos clínicos”, mas como pessoas inteiras, com histórias, perdas, medos e desejos.
Como eu enxergo a dor e o adoecimento
Ao longo da minha experiência como médica e paciente, algo ficou muito claro para mim:
Tratar dor não é só prescrever remédio.
E viver "com dor" não pode significar viver apenas "como a dor”.
O sistema de saúde, muitas vezes, reduz a pessoa a um diagnóstico ou a um CID.
Consultas rápidas, exames, receitas, encaminhamentos… e a sensação de que ninguém está, de fato, vendo a pessoa por trás da dor.
Na prática, vejo todos os dias mulheres e homens que:
-
Já passaram por vários médicos e exames
-
Tomam diferentes medicações, com alívio parcial ou temporário
-
Sentem que a família e o entorno minimizam o sofrimento (“frescura”, “drama”, “preguiça”)
-
Começam a acreditar que “eu sou a minha dor” – e não uma pessoa inteira que sente dor
Meu trabalho hoje é justamente romper com essa lógica.
Minha forma de cuidar
No consultório, uma somatória:
-
Medicina convencional – avaliação clínica, exames, tratamento medicamentoso quando necessário
-
Acupuntura, eletroacupuntura e técnicas integrativas – para modular dor, ansiedade, sono, estresse e equilíbrio energético
-
Ferramentas de coaching e autoconhecimento – para ajudar a pessoa a se enxergar além da doença e retomar protagonismo na própria vida
Principais queixas dos pacientes que me procuram:
-
Dor crônica (muscular, articular, neuropática, pélvica, entre outras)
-
Ansiedade e estresse
-
Insônia e alterações de sono
-
Patologias ginecológicas (TPM, irregularidade menstrual, climatério, infertilidade, FIV entre outras)
-
Queixas físicas associadas a sobrecarga emocional
O foco do meu trabalho é:
-
Aliviar a dor e o sofrimento
-
Explicar de forma clara o que está acontecendo
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Construir, junto com o paciente, um plano de cuidado possível, que respeite seus limites, sua rotina e sua realidade
-
Ajudar a pessoa a retomar qualidade de vida, autonomia e senso de valor próprio